domingo, 3 de julho de 2016

Águia de Asa Redonda

 Ventor 03.07.16

Dizem os sabidos que uma águia-de-asa-redonda é o mesmo que um búteo e vice-versa.

Para mim são apenas e só, aves de rapina: águias, falcões, gaviões, etç. Prefiro chamar-lhe pelo seu nome genérico do que meter água. Quem me diz isto é o Ventor. Ora eu que sou gato, acho que, se o Ventor não sabe tudo, porque raio devia eu de saber?

Então, segundo os sabidos, esta será uma águia-de-asa-redonda.

Mas, a história que o Ventor me contou desta águia já me diz alguma coisa!

O Ventor disse-me que ela estava pousada num pinheiro ali na zona de Barcarena e piava muito. Ela piava e o Ventor tirava-lhe fotos. Por fim, o Ventor foi-se embora procurando não perturbar esta sua amiga. Ela levantou voo e seguiu pela direita do Ventor sobre os eucaliptos e pousou no meio deles. O Ventor ia tocar a campainha para entrar e apareceu a sua amiga Zuca a fazer-lhe festas. A águia sai de cima dos eucaliptos, voou relativamente baixa e toda inclinada sobre a asa esquerda, dando mais dois gritos, quando passava sobre o Ventor, olhando-o bem.

Ele seguiu atrás da águia que foi pousar sobre o mesmo pinheiro. Continuou a gritar sobre o pinheiro e o Ventor continuou a tirar-lhe fotos. Por fim, no pinheiro, e subindo-o, ela começou a brincar com o Ventor.

A águia continuou a brincar ao esconde.esconde até chegar ao topo do pinheiro

Diz o Ventor que foi uma tarde bem passada com esta águia-de-asa-redonda ou búteo. Também me disse que, apesar dela não ser muito grande, me rasgava o fato todo num instante. Ainda bem que eu fico em casa! Ela tem envergadura de 1,10 a 1,30 metros. Tem a asa aredondada permitindo-lhe caçar entre as árvores com mais argúcia.

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Pintassilgo, um dos penudinhos que sempre me encantou

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A Beleza do Bernardo


O Bernardo é um amigo meu, uma beleza em Black and White. Como o Bernardo há outros. Somos todos amigos.

O Ventor disse-me que havia de os fotografar todos para eu mostrar aqui. Eu, às vezes, vejo-os passear por aqui, de noite, quando eu vou observar esses meus amigos, aqui do meu Miradouro. De noite o jardim é deles!

Bernardo um amigo nosso

Bernardo espera pelo Ventor e pelo João

Mas o Ventor disse-me que o João é um chato e o Bernardo desceu do passeio para o rio

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Pintassilgo, um dos penudinhos que sempre me encantou

terça-feira, 1 de abril de 2014

O Melro Tobias

  Ventor 01.04.14

Tobias, o nosso amigo.

Tobias foi o nome que o Ventor deu a um melro amigo dele e do Quico e, agora, meu amigo também. Agora, nós temos o Tobias e toda a sua família, filhos, netos e tataranetos, pelo menos, como nossos amigos. São uma beleza e bons companheiros. Não se esquecem de nos vir visitar aos choupos.

Este é o nosso amigo Tobias a ver o Ventor tirar fotos a uma amendoeira aqui, a 100 metros

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Pintassilgo, um dos penudinhos que sempre me encantou

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Flores de inverno

  ventor 25.02.2014

 Saltitando de pétala em pétala, sobre as flores do abrunheiro selvagem. 


Flores do Abrunheiro
 
É assim todos os invernos nas grandes ou nas pequeninas caminhadas do Ventor. Só é necessário sol para apetecer fazer parte do trio: "Ventor, Apolo e Flores"!

 

Flores do abrunheiro selvagem

 

Também as flores das amendoeiras acompanham o Ventor sem ser necessário ir ao encontro delas pelos algarves ou terras do Nordeste. Elas próprias vêm ao encontro do Ventor, belas como sempre são.



 
Flores das amendoeiras no encalço do Ventor

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Libelinhas

  Ventor 29.07.13

O Ventor trouxe-me umas coisinhas lindas do meu rio.

No verão passado, antes do Ventor me trazer cá para casa, eu ainda caminhei com elas, por entre os salgueiros do meu rio. Vocês nem acreditam que eu caminhei com elas mas caminhei!

Vejam bem, como elas são lindas!

Uma agriocmenis, género de libelinhas da família Coenagriodinae

Esta, diz-me o Ventor, é uma espécie que mora entre nós, mas há por esse mundo fora várias espécies (mais de quarenta).
Mas elas são tão pequeninas que as pessoas nem as vêm, se não estiverem com atenção. Esta coisa ínfima, ampliada várias vezes, obriga a máquina do Ventor a entrar nas ervas por onde eu caminhava, procurá-la e rebocá-la cá para casa.
 

Estas adoram sarnar o juízo ao Ventor, com o seu "Desce! Desce! Desce! ...

O Ventor diz que só com uma máquina muito potente a conseguiria rebocar como deve ser. Ele disse-me que a fotografa foi tirada de cima da ponte para o meio do rio e não vai lá baixo para não molhar os sapatos. Só iria se conseguisse transformar-se nesta coisa minúscula.
Mas que são lindas, são! Estas são feitas de flogopite, anilhada com anéis de ouro e, na cabeça, no tórax e no rabo, nota-se cor da esmeralda água-marinha. Elas fazem tudo para conquistar o Vento, esvoaçando entre os tira-olhos, os dragon-fly e outros tipos de libelinhas. Estas são as libelinhas do nosso rio.
Mas o Ventor gosta é destas, bem grandes e visíveis, sobre as flores e os carriços dos rios de Adrão, à sombra dos salgueiros!
 

Uma libelinha no rio d'Além

A mesma libelinha esvoaçando sobre as flores amarelas 

Mais ao lado a libelinha dourada, também se exibe para o Ventor

Estas são as libelinhas que sempre caminharam ao lado do Ventor, nos rios de Adrão. Todas estas foram fotografadas no Portinho d'Além ao som da música das águas mais limpas deste mundo, sempre a cantar para o Ventor.

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Pintassilgo, um dos penudinhos que sempre me encantou