Ventor 10.07.2011
Esta flor, fica bem ao lado do Ventor, por isso, também ficará bem aqui e, durante algum tempo, vai ser ela a dar as boas vindas a quem entrar por esta janela.
Ventor 10.07.2011
Esta flor, fica bem ao lado do Ventor, por isso, também ficará bem aqui e, durante algum tempo, vai ser ela a dar as boas vindas a quem entrar por esta janela.
Ventor 11.04.2011
Flores brancas nas falésias da Guia, em Cascais, debruçadas sobre o mar, procurando entender Neptuno.
Belezas brancas observando o mar, dezenas de metros em baixo
Sob os auspícios de Apolo, nas alturas, elas chamam o Ventor para, juntamente com elas, tentarem perceber as apoquentações do nosso amigo Neptuno, na sua disputa com as rochas que parecem querer desenvencilhar-se dele e trepar, rumo aos céus, para um encontro com Apolo, mostrar-lhes as flores de que são base. Mas, Apolo não as perde de vista, elas fazem parte das belezas do seu mundo e do mundo do Ventor.
Ventor 11.04.2011
Companheira de caminhadas do Ventor
Uma garça cinzenta (goraz), velha amiga do Quico e companheira do Ventor
O Quico fazia a observação desta garça, de cima do seu miradouro. Ela, mesmo sabendo que o Ventor não gosta de a ver por cá, porque limpa rãs e peixes, nas margens do rio, continua as suas caminhadas de sobrevivência pelos nossos lados. Eu ralho com ela pois, quando ela anda por aqui, as rãs deixam de cantar! A filha da mãe come as rãs todas e os peixes servem de alternativa. Houve quem a visse atacar um "pitinho" das galinhas d'água. Ela estaria zangada por ele lhe espantar o peixe, ou estaria pronta para o comer também? Espero vir a descobrir!
Ventor 06.06.2010
Hoje caminhei ao lado de galinhas d'água, mais precisamente, ao lado da família da Isabelinha
Elas sabem que eu não as esqueço! Sabem que eu fico sempre muito contente por as ver. Isso também significa, que águas com galinhas d'água, são águas limpas, e elas são dignas de caminharem a meu lado, a nosso lado
Ventor 17.12.2009
Um olhar de um cavalo, mas um olhar de esperança! Esperança de liberdade?
Este amigo, encontrou-se, cara a cara, com o Ventor, ali por S. Pedro de Sintra. Até parecia que me perguntava pelo Antar. Mas o Antar é um belo cavalo que fala comigo, que me adora e eu a ele, que lutamos juntos contra tudo e contra todos, mas só em sonhos! Será?
Com este olhar, dá a sensação que este amigo já me conhece de longa data. Apenas quer a liberdade! E eu seria capaz de lha dar, mas só nas minhas Montanhas Lindas. Aqui não há onde.