sexta-feira, 16 de março de 2012

As Papoilas

  Ventor 16.03.2012

As papoilas, desde o ano passado que não abandonaram o Ventor


 Elas ficaram alcandoradas, o ano todo, sobre a ribeira
  
 
Elas atravessam-se nas caminhadas do Ventor
 
 
Mas, houve aquelas que, encostaram-se aos muros para ver passar o Ventor. E, não estão aqui todas as cores! Este ano, ainda só não vi as branquinhas

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Flor da Amendoeira

   Ventor 30.01.2012



 
Flor da Amendoeira
 
Flores de amendoeiras, ali, pelas bandas de Queluz, neste ano de 2012. Sabem o que elas me disseram? "Sabes Ventor, só tu conseguiste olhar para nós! Todos que por aqui passam nem dão pela nossa presença. Nem sabem que nós provimos de uma amendoeira mas, a nossa mãe, que é uma árvore tão linda, passa despercebida por falta de imponência. Ela é linda mas não dá nas vistas e é o terceiro ano que dá flores. Só tu, Ventor, podias dar pela nossa presença".
É pela conversa destas flores que eu volto a louvar, por aqui, as Flores de Inverno ou, se preferirem, as Flores da Vida, que encantam os caminhos do Ventor.

domingo, 10 de julho de 2011

Flores ao lado do Ventor

  Ventor 10.07.2011

Esta flor, fica bem ao lado do Ventor, por isso, também ficará bem aqui e, durante algum tempo, vai ser ela a dar as boas vindas a quem entrar por esta janela.



Uma flor, no Jamor

As flores não se esquecem!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Flores brancas da Guia

  Ventor 11.04.2011

Flores brancas nas falésias da Guia, em Cascais, debruçadas sobre o mar, procurando entender Neptuno. 


Belezas brancas observando o mar, dezenas de metros em baixo

Sob os auspícios de Apolo, nas alturas, elas chamam o Ventor para, juntamente com elas, tentarem perceber as apoquentações do nosso amigo Neptuno, na sua disputa com as rochas que parecem querer desenvencilhar-se dele e trepar, rumo aos céus, para um encontro com Apolo, mostrar-lhes as flores de que são base. Mas, Apolo não as perde de vista, elas fazem parte das belezas do seu mundo e do mundo do Ventor.

Uma garça cinzenta (goraz)

  Ventor 11.04.2011

Companheira de caminhadas do Ventor

Uma garça cinzenta (goraz), velha amiga do Quico e companheira do Ventor

O Quico fazia a observação desta garça, de cima do seu miradouro. Ela, mesmo sabendo que o Ventor não gosta de a ver por cá, porque limpa rãs e peixes, nas margens do rio, continua as suas caminhadas de sobrevivência pelos nossos lados. Eu ralho com ela pois, quando ela anda por aqui, as rãs deixam de cantar! A filha da mãe come as rãs todas e os peixes servem de alternativa. Houve quem a visse atacar um "pitinho" das galinhas d'água. Ela estaria zangada por ele lhe espantar o peixe, ou estaria pronta para o comer também? Espero vir a descobrir!