terça-feira, 18 de agosto de 2026

Petiscos

   Ventor

Há amigos e amigos que nos permitem aprender alguma coisa com as suas fotos e eu tento passar fotos e letras tal como eles. Estes amigos são PX.


Tostadinhos

Assim, conseguimos conhecer os petiscos utilizados pelos nossos parceiros asiáticos, os chinocas, que têm uma predileção muito grande por grandes petiscos. Neste caso, tanto maiores quanto maiores são os desgraçados dos escorpiões.

Escorpiões

   Ventor

Mas, continuando com petiscos, reparem nestes pobres coitados dos escorpiões. Vistos de uma maneira, parecem sorvetes escuros, vistos de outra maneira, parecem uma espécie de gambas com rabos de escorpião.


Escorpiões

Pelo rumo que os chineses dão a estes pobres animais, não tardará muito que o mundo ficará num desequilíbrio total. Com a limpeza que fazem a toda essa bicharada, como baratas, ratos, escorpiões e outros que nem vale a pena falar, ainda um dia desaparecerão como as civilizações maias e incas, que nem bilhete deixaram. O pior é que nós podemos desaparecer também!

Morcegos

  Ventor

Há milhões ou biliões de morcegos pela Ásia fora mas os chineses são tantos que não haverá morcegos que cheguem para alimentar tantos comilões.


Morcegos

E o SARS-COV-2? Terá a virtude de salvaguardar a vida dos morcegos? Ao menos isso! Pode ser que a Covid-19 assustou os chineses ao ponto de estes virem a ter medo de comer morcegos? Vocês acreditam que só morreram os referenciados? 

SARS-COV-2

   Ventor

O SARS-COV-2, está a fazer perder a cabeça a todos que se debruçam sobre a sua caminhada. Se ele teve origem nos morcegos como se falou, nunca mais vai acabar, a não ser que os chineses os comam todos.


SARS-Cov-2

Se não for assim, estamos feitos. Biliões de morcegos a semear, por aí, triliões de bolinhas destas, não haverá morcegos que nos safam e podemos montar fábricas de máscaras e líquidos com fartura. Estou a ser pessimista? Sei não!

Aqui há buracos

   Ventor

Olhem buracos!

Ainda são os mesmos dos meus velhos tempos. A voz autoritária de meu pai dizia-me: "nunca metas os dedos ou as mãos em buracos destes ou debaixo das pedras, Luiz. Pode haver lá bichos maus, até víboras"! Nem nas casotas dos grilos? "Nem nas casotas dos grilos"!

O Luiz ouvia e reflectia.

É mesmo! A vida está cheia de buracos e nuca sabemos qual deles contém o potencial malefício.