terça-feira, 12 de julho de 2005

Caminhar na seca

  •  Ventor 12.07.05

Hoje fiz uma caminhada de duas horas e meia à torreira do sol. Desci a serra da Mira entre a folhagem do nada. Ainda vi um peneireiro e cinco perdizes, mas este ano nada resiste. Aquelas belas flores selvagens não estavam lá. Havia apenas meia dúzia delas a que chamei: as resistentes! Morreu tudo! Fugidas do sol, sabendo procurar a sombra, tal como nós, levantavam aos meus pés algumas das belas borboletas que ainda vão resistindo também. Este planeta está mesmo cheio de Arrelias e os homens, não ajudam mesmo!


Uma linda borboleta minha companheira de caminhada


 Um mini louva-a-deus


Um gafanhoto que me disse muito mal da vida


Ela quis à viva força que eu lhe dissesse que era linda


As cigarras fizeram um festival para mim nos troncos dos eucaliptos


Resistir, resistir, resistir!

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Pintassilgo, um dos animais que me encantou, nas caminhadas da vida

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